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Indicadores estaduais do setor de comunicações: ano de 2020Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC)-2020Conjunto de indicadores, com agregação em nível estadual, compilados mensalmente pelo MCTIC, sobre temas da área de Comunicações, como internet, telefonia, radiodifusão e serviços postais.
2005_indicadores_cti.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência & tecnologia: 2005Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)-2006-11A divulgação dos indicadores brasileiros de ciência e tecnologia (C&T) mais recentes tem duplo objetivo: torná-los públicos e fornecer elementos que permitam confrontar a situação do Brasil, nesse campo, com a de um conjunto de países selecionados, para os quais se dispõe de informações comparáveis. Para o cumprimento desses objetivos, optou-se por destacar alguns indicadores tradicionalmente denominados de “insumos” – particularmente os que mensuram os dispêndios nacionais em pesquisa e desenvolvimento – P&D, em atividades científicas e técnicas correlatas – ACTC e os recursos humanos dedicados a tais atividades, assim como alguns indicadores de resultados, informações sobre a produção científica, a atividade de patenteamento e o balanço tecnológico. As fontes utilizadas para a produção desse conjunto de indicadores foram múltiplas e estão citadas.
1996_indicadores_nacionais_ciencia_tecnologia_1990_1995.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência e tecnologia: 1990 - 95-Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Brasil) (CNPq)1996O Ministério da Ciência e Tecnologia tem a satisfação de apresentar os Indicadores Nacionais de Ciência e Tecnologia 1990-94. Esta publicação é resultado das atividades realizadas, durante o ano de 1994, pelo Grupo de Trabalho Interministerial MCT/MEC, que já foi consubstanciado num Relatório Parcial - Indicadores de C&T no Brasil, publicado pelo MCT. O presente relatório consolida dados relevantes disponíveis até o final de 1995. O conjunto dos indicadores selecionados, apresentados na forma de tavelas e gráficos, tem como objetivo primordial apresentar pela primeira vez no Brasil, de forma sistemática, uma base de dados, conquanto ainda não tão completa quanto se desejaria, que torna disponíveis informações confiáveis e indispensáveis para todos aqueles que atuam de forma direta, ou não, na prioritária área de Ciência e Tecnologia. As lacunas ainda existentes, bem como eventuais problemas metodológicos que persistam, serão solucionados com o decorrer do tempo, por meio de uma contínua discussão sobre a base de dados que ora é apresentada. Para tanto, será de fundamental importância que a contribuição daqueles que atuam na área de C&T se manifeste, seja pela participação direta ou por críticas e sugestões. Só assim, já a partir do próximo relatório, o qual terá periodicidade anual, poder-se-á verificar de um avanço, que espero seja não só significativo como crescente. O Ministério da Ciência e Tecnologia considera que a continuidade do trabalho que resultou no presente Relatório deva se dar em cooperação com outros órgãos governamentais, tanto na esfera federal quanto estadual, e com aqueles de natureza privada, o que será de maior relevância, pois um planejamento, formulação de políticas, correção de trajetórias e maior eficiência na aplicação de recursos. Saliente-se, por fim, a importância dessa base de dados no intercâmbio, cooperação, relações e captação de recursos, a nível internacional.
1997_indicadores_nacionais_ciencia_tecnologia_1990_1996.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência e tecnologia: 1990 - 96-Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Brasil) (CNPq)1997O Ministério da Ciência e Tecnologia edita o terceiro Relatório da série Indicadores de C&T. Neste número, relativo ao período 1990-1996, foram incorporados alguns aperfeiçoamentos metodológicos, levando-se em consideração a orientação da OECD, constantes dos manuais Frascatti, Oslo e Camberra. O presente Relatório apresenta dados relevantes disponíveis até o final do ano de 1996, assim como revê, por propagação retroativa, dados dos exercícios anteriores, pela introdução de novos elementos e revisão de bases de cálculo. O fato de havermos alcançado dispêndios em C&T equivalentes a 1,22% do PIB nos anima a afirmar que serão atingidos os objetivos previstos no Plano Plurianual de Atividades, que sinaliza para 1,5% em 1999. Fruto do trabalho caprichoso da Coordenadoria de Estatísticas e Indicadores do CNPq, sob a supervisão da Secretaria de Acompanhamento e Avaliação deste Ministério, este Relatório oferece valiosas informações para a comunidade científica e tecnológica, a sociedade e todos quantos detêm responsabilidade do governo.
1996_indicadores_nacionais_ciencia_tecnologia_1990_1994.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência e tecnologia: 1990-94-Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Brasil) (CNPq)1996O Ministério da Ciência e Tecnologia tem a satisfação de apresentar os Indicadores Nacionais de Ciência e Tecnologia 1990-94. Esta publicação é resultado das atividades realizadas, durante o ano de 1994, pelo Grupo de Trabalho Interministerial MCT/MEC, que já foi consubstanciado num Relatório Parcial - Indicadores de C&T no Brasil, publicado pelo MCT. O presente relatório consolida dados relevantes disponíveis até o final de 1995. O conjunto dos indicadores selecionados, apresentados na forma de tavelas e gráficos, tem como objetivo primordial apresentar pela primeira vez no Brasil, de forma sistemática, uma base de dados, conquanto ainda não tão completa quanto se desejaria, que torna disponíveis informações confiáveis e indispensáveis para todos aqueles que atuam de forma direta, ou não, na prioritária área de Ciência e Tecnologia. As lacunas ainda existentes, bem como eventuais problemas metodológicos que persistam, serão solucionados com o decorrer do tempo, por meio de uma contínua discussão sobre a base de dados que ora é apresentada. Para tanto, será de fundamental importância que a contribuição daqueles que atuam na área de C&T se manifeste, seja pela participação direta ou por críticas e sugestões. Só assim, já a partir do próximo relatório, o qual terá periodicidade anual, poder-se-á verificar de um avanço, que espero seja não só significativo como crescente. O Ministério da Ciência e Tecnologia considera que a continuidade do trabalho que resultou no presente Relatório deva se dar em cooperação com outros órgãos governamentais, tanto na esfera federal quanto estadual, e com aqueles de natureza privada, o que será de maior relevância, pois um planejamento, formulação de políticas, correção de trajetórias e maior eficiência na aplicação de recursos. Saliente-se, por fim, a importância dessa base de dados no intercâmbio, cooperação, relações e captação de recursos, a nível internacional.
2002_indicadores_cti.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência e tecnologia: 2002Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)-2004-11A divulgação dos indicadores de ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) brasileiros mais recentes tem duplo objetivo: torná-los públicos e fornecer elementos que permitam confrontar a situação do Brasil, nesse campo, com a de um conjunto de países selecionados, para os quais se dispõe de informações comparáveis. Para o cumprimento desses objetivos, optou-se por destacar alguns indicadores tradicionalmente denominados de “insumos” - particularmente os que mensuram os dispêndios nacionais em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e os recursos humanos dedicados a tais atividades - assim como alguns indicadores de “resultados” - informações sobre a produção bibliográfica, a atividade de patenteamento e o balanço tecnológico. As fontes utilizadas para a produção desse conjunto de indicadores foram múltiplas e estão citadas na publicação.
2008_indicadores_cti.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência e tecnologia: 2008Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)-2010Esta publicação tem duplo objetivo: mostrar a evolução, entre 2000 e 2008, de um conjunto de indicadores que buscam mensurar as principais dimensões das atividades de ciência e tecnologia (C&T) no Brasil; e fornecer elementos que permitam cotejar a situação brasileira com a verificada em países selecionados. Para tais propósitos, são destacados alguns indicadores tradicionalmente denominados de “insumo” – particularmente os que mensuram os dispêndios em pesquisa e desenvolvimento (P&D), em atividades científicas e técnicas correlatas (ACTC), e os recursos humanos dedicados a estas atividades – como também alguns indicadores de “resultado” – informações sobre a produção científica e a atividade de patenteamento. As fontes utilizadas para a produção desse conjunto de indicadores são múltiplas e estão citadas nas tabelas e gráficos.
2017_indicadores_cti.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência, tecnologia e inovação: 2017Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC)-2017-
2018_indicadores_cti.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência, tecnologia e inovação: 2018Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC)-2018-
2019_indicadores_cti.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência, tecnologia e inovação: 2019Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC)-2019-
2020_indicadores_cti.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência, tecnologia e inovação: 2020-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2020-
2021_indicadores_cti.pdf.jpgIndicadores nacionais de ciência, tecnologia e inovação: 2021-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2021-
Indicadores nacionais de ciência, tecnologia e inovação: 2022-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)2023-
2004_indicadores_nacionales_ciencia_tecnologia_2002.pdf.jpgIndicadores nacionales de ciencia y tecnología: 2002-Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)2004Presentación El Ministerio de Ciencia y Tecnología - MCT divulga los indicadores nacionales de ciencia y tecnología (C&T) por medio de su página en la Internet y en publicación impresa, cuya última versión se editó en 2002. En el Segundo semestre de 2003, tuvo inicio el proceso de actualización de las informaciones con la reformulación de tablas y gráficos, la cual se extendió hasta 2004, con la inclusión de datos disponibles hasta abril de este año. Hubo la preocupación de mantener los padrones metodológicos que se utilizaron en la Versión anterior, lo que es imprescindible para las comparaciones internacionales y el acompañamiento de la evolución de los recursos despendidos y de los resultados obtenidos por el país en esa area. La página en Internet ofrece mayor espacio para presentación y la posibilidad de actualización o inclusión de nuevos indicadores, siempre que nuevas informaciones son obtenidas, mientras la publicación impresa no posee esta misma característica y flexibilidad. Se pretende producir por lo menos uma edición impresa al año, conteniendo uma Selección de las principales tablas y gráficos disponibles en la Internet. La Comisión Permanente de Indicadores, criada por el MCT al final de 2003, dará uma contribución decisiva para la qualidad de estas publicaciones, con el propósito de asesorar este Ministerio en el desarrollo y perfeccionamiento de los indicadores, de los métodos y mecanismos de colecta, análisis y divulgación de los datos nacionales de C&T. La búsqueda por la mejora de la qualidad de las informaciones Será el objetivo constante del MCT aunque se tenga conciencia de las dificultades inerentes a esta actividad, por la amplitud de su tema, multiplicidad de sus fuentes y la necesidad de que los datos Sean permanentemente evaluados y validados. Esta tarea les tocará a los técnicos del Ministerio, con la valiosa ayuda de las fuentes primarias de información mencionadas en las tablas y gráficos presentados. La discusión sobre los indicadores y su representatividad deberá continuar, buscando la generación de informaciones más completas y esmeradas, para Subsidiar los posicionamentos de la Sociedad y del gobierno.
2015_indicadores_cti.pdf.jpgIndicadores selecionados de ciência, tecnologia e inovação: Brasil 2015Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)-2015-
A industria e a questão tecnológica: Financiadora de Estudos e Projetos, Ministério da Ciência e Tecnologia, Confederação Nacional da Indústria.-Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Financiadora de Estudos e Projetos (Brasil) (FINEP)2002A pesquisa A Indústria e a Questão Tecnológica teve por objetivo capturar a percepção do setor industrial sobre suas estratégias de desenvolvimento tecnológico, através da investigação de 531 empresas, representativas de uma amostra probabilística. A coleta dos dados ocorreu durante os meses de outubro a dezembro de 2001, por meio de questionário enviado às empresas selecionadas. As informações de caráter qualitativo foram investigadas, tendo-se como preocupação diferenciar as informações tanto por porte da empresa como por setor de atividade a que pertencia. Os resultados apresentados a seguir mostram o avanço tecnológico durante a década de 90, percebido pelas empresas em relação a seus competidores, e a capacidade para inovar, destacada por metade dos informantes. Entretanto, as dificuldades de implementação de estratégias de desenvolvimento tecnológico dizem respeito principalmente à questão do financiamento, dificuldade esta continuamente presente nas declarações do setor industrial sobre a gestão de seus negócios. Percebe-se, por sua vez, que as iniciativas das empresas para se manterem competitivas, através da inovação de produtos e processos, se dão de forma isolada, dada a inexistência e/ou dificuldade de acesso a instrumentos de apoio. Indo além, em mercados ditados por inovações constantes, a falta de capacitação da força de trabalho surge como obstáculo significativo para futuros avanços, apontado por parcela expressiva do setor industrial como item merecedor de atenção por parte do poder público. O relatório está dividido em três seções, além desta introdução: Estratégias e Ações das Empresas, A Empresa e a Questão Tecnológica e Conclusões. Ressalta-se que a apresentação dos resultados não segue, necessariamente, a ordem das perguntas do questionário. Ao final, tem-se como anexos o detalhamento das informações da pesquisa, por porte e setor de atividade (Anexo 1), a descrição metodológica da amostra probabilística (Anexo 2), a descrição dos setores de atividade (Anexo 3), o questionário enviado às empresas (Anexo 4) e a relação das empresas participantes (Anexo 5).
2008_paulo_junior_dissertacao.pdf.jpgIndutores integrados passivos para aplicações em radio frequênciaFonseca Júnior, Paulo Nazareno Lagoia-2008-08-29Este trabalho tem como finalidade a implementação de indutores integrados passivos baseados nas tecnologias de fabricação CMOS e BiCMOS. Os indutores são dispositivos fundamentais em aplicações de rádio freqüência e estão presentes na maioria dos circuitos de RF como amplificadores e osciladores. Os Indutores integrados passivos têm seus desempenhos degradados principalmente pelas perdas associadas ao metal e substrato. E apesar da existência de vários métodos de otimização, as foundries em geral, ainda oferecem um número reduzido de componentes, o que dificulta a escolha do melhor dispositivo para cada circuito. Sendo assim, a partir do projeto e implementação de indutores integrados o projetista é capaz de desenvolver novos dispositivos para cada aplicação. Este trabalho apresenta os resultados experimentais de indutores CMOS otimizados com a técnica de empilhamento para a redução de perdas ôhmicas e de PGS para a redução de perdas pelo substrato. Apresenta-se também indutores projetados na tecnologia BiCMOS com dupla camada de PGS; enterrada n+ e silício policristalino.
A indústria brasileira de gusa de mercadoFerreira, Gilson Ezequiel; Calaes, Gilberto Dias; Amaral, José Alexandre Gurgel do; Kruger, Paulo VonCentro de Tecnologia Mineral (Brasil) (CETEM)2006Obtido a partir do minério de ferro, o gusa e utilizado na produção de aço (70%) e fundidos (30%). O Brasil possui 63 guseiros independentes (gusa de mercado) todos operando com carvão vegetal e distribuídos em cinco polos: Quadrilátero Ferrífero, Marabá, Açailândia, Vitoria e Corumbá. As exportações brasileiras evoluíram de 2,0 milhões t, em 1993, para 6,2 milhões t, em 2004. Os EUA são o principal destino das exportações brasileiras: 4,4 milhões t, em 2004, representando 72% do total exportado. No mercado interno, o consumo de gusa de mercado e condicionado a expansão do parque siderúrgico. Tradicionais exportadores, os 63 produtores de gusa de mercado, reúnem capacidade instalada de 6 milhões de t/ano, 1,5 milhão de hectares de florestas plantadas e US$ 200 milhões/ ano de impostos. Faturaram, em 2004 quase US$ 2 bilhões, sendo US$ 200 milhões com exportações respondendo por 64 mil empregos. A produção independente de gusa distribui-se entre Minas Gerais (70%), Carajás (25%) e o restante entre Espirito Santo e Mato Grosso do Sul. A produção do Norte e toda destinada a exportação; as de Minas Gerais e Espirito Santo aos mercados domestico e de exportação e a de Mato Grosso ao mercado interno. Dentre as vantagens competitivas, destacam-se a disponibilidade, qualidade e custos do minério de ferro e do redutor renovável, além de parque tecnologicamente atualizado, proximidade entre as usinas, mercado consumidor e boa logística. Com o menor custo mundial de produção, o Brasil se consolida como grande player mundial do setor.
Influência de diferentes sistemas de manejo sobre parâmetros comportamentais, produtivos e de qualidade de carne de bovinos confinadosNunes, Bruno César Prosdocimi-2009O presente estudo teve como objetivo investigar a influência de diferentes sistemas de manejo sobre a reatividade, parâmetros produtivos e de qualidade de carne e carcaça de bovinos confinados. Para isso, foram utilizados 50 novilhos Nelore, alocados em confinamento sob dois sistemas diferentes quanto ao manejo, o tradicionalmente empregado em fazendas (MT) e o baseado em princípios racionais de trabalho e na biologia dos bovinos, conhecido popularmente como manejo racional ou gentil (MR). Os animais de ambos os tratamentos receberam a mesma dieta e ficaram em confinamento por 126 dias (± 18 dias). Foram colhidas, durante os manejos de pesagem em brete, informações quanto ao ganho diário de peso (GDP) e reatividade (através do Escore de Comportamento Composto – ECC). Calculou-se, ao fim do confinamento, o ganho diário médio de peso (GDPtot). Durante o abate, foram colhidas informações quanto à reatividade dos bovinos no bloco de atordoamento (ECCabt). Durante a desossa, foram registradas informações quanto à coloração (L*, a* e b*) das amostras de Longissimus dorsi colhidas, três de cada animal, uma para cada tempo de maturação (0, 7 e 14 dias). Após o período de maturação, procedeu-se com as análises de perdas de água por exsudação (PAE) e por cozimento (PAC), bem como de força de cisalhamento (MAC). Os resultados indicam que ocorreram influencias dos sistemas de manejo nas características PAE e MAC, com valores superiores e inferiores, respectivamente, em MR. Ocorreram influencias na interação tratamento e manejos ocorridos no GDP, com resultados superiores em MT. No parâmetro MAC ocorreu diferença significativa em relação aos dias de maturação, com diminuição ao longo do tempo de maturação, além de diferenças nos tratamentos na carne não maturada, com valores inferiores para MR. As características Contusões (totais, no dianteiro, na ponta de agulha e no traseiro), ECCabt, de coloração (L*, a* e b*) e de PAC não apresentaram diferenças significativas entre os tratamentos ou suas interações. Constatou-se melhor qualidade de carne de animais MR, porém com ganhos de peso ligeiramente inferiores aos do MT. A reatividade apresentou tendência de diminuição ao longo do confinamento, com valores ligeiramente inferiores para animais MR nos manejos de pesagem em brete e mais acentuados no momento do abate.
2021_02_12_informe_01.pdf.jpgInforme n. 01, de 12 de fevereiro de 2021-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2021-02-12-