Browsing by Subject Efeito estufa


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2022_02_01_boletim_diario_mcti.pdf.jpgBoletim Diário MCTI de 01 de fevereiro de 2022-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2022-02-01ARTIGOS: MINISTRO DO MCTI VISITA COMITÊ PARALÍMPICO BRASILEIRO EM SÃO PAULO -- EM VISITA AO COMITÊ PARALÍMPICO BRASILEIRO, MARCOS PONTES DISCURSA PARA JOVENS TALENTO -- INOVAÇÃO: EMBRAPII/MCTI APOIA DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA DE CONDICIONAMENTO DE AR LIVRE DE GASES DE EFEITO ESTUFA -- INSTITUTO MAMIRAUÁ: PROJETO GEF FORTALECE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NA AMAZÔNIA -- CONHEÇA O GRUPO DE PESQUISA ESTUDOS E PRÁTICAS DE PRESERVAÇÃO DIGITAL, O DRÍADE -- PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO: CENTRO DE LANÇAMENTO DE ALCÂNTARA (CLA) TEM NOVO DIRETOR -- HISTÓRIAS EM QUADRINHOS – TRAJETÓRIA E IMPORTÂNCIA A PARTIR DE PESQUISAS CIENTÍFICAS -- 16 DE FEVEREIRO - CTI RENATO ARCHER/MCTI PROMOVE SEMINÁRIO SOBRE CIDADES INTELIGENTES SUSTENTÁVEIS.
2022_05_02_boletim_diario_mcti.pdf.jpgBoletim Diário MCTI de 02 de Maio de 2021-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2022-05-02ARTIGOS: PROGRAMA CENTELHA 2 INVESTIRÁ R$ 5,2 MILHÕES EM PROJETOS DE INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NO PIAUÍ -- APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS É DISCUTIDO EM AUDIÊNCIA NO MCTI -- SOCIEDADE BRASILEIRA DE MICROELETRÔNICA DEBATE NO MCTI MEDIDAS PARA FORTALECER O SETOR -- MCTI PREPARA MÓDULO PARA RELATAR EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA DO SETOR PRIVADO -- COMITÊ NACIONAL DE PESQUISAS ANTÁRTICAS AVALIARÁ PLANO DE AÇÃO CIENTÍFICA BRASILEIRO NA REGIÃO -- FERMENTAÇÃO BRASILEIRA EXCLUSIVA DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO -- CBPF/MCTI ABRE SELEÇÃO PARA UMA BOLSA DE PÓS-DOUTORADO E DUAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA -- PLATAFORMAS DA RNP/MCTI EVOLUEM E PROPORCIONAM NOVOS BENEFÍCIOS AOS USUÁRIOS -- ATÉ 10/05: ABERTAS INSCRIÇÕES PARA FÓRUM CIENTÍFICO DA ALIANÇA DE PESQUISA DO ATLÂNTICO
2020_12_07_boletim_diario_mcti.pdf.jpgBoletim Diário MCTI de 07 de dezembro de 2020-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2020-12-07Artigos: LANÇAMENTO DO CENTRO NACIONAL DE TECNOLOGIAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E DOENÇAS RARAS É DESTAQUE DO MCTI NO DIA INTERNACIONAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA -- SECRETÁRIO DO MCTI É ELEITO MEMBRO TITULAR DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS -- MINISTRO PARTICIPA DE LANÇAMENTO DE WI-FI SOCIAL NA CIDADE ESTRUTURAL (DF) -- MCTI: PROJETO CONTABILIZA GASES DE EFEITO ESTUFA EMITIDOS POR PROCESSOS INDUSTRIAIS -- INPE/MCTI CONCLUI FASE DE MONTAGEM E INTEGRAÇÃO DO NANOSATC-BR2 -- 7 E 8 DEZEMBRO – WORKSHOP RNP/MCTI 2020 SERÁ DIGITAL E GRATUITO -- 7 DE DEZEMBRO, ÀS 14H – LNCC/MCTI REALIZA ÚLTIMA PALESTRA DA SÉRIE PELOS 40 ANOS -- 10 DE DEZEMBRO, ÀS 9H30 – IBICT/MCTI – BIBLIOTECA DIGITAL BRASILEIRA DE TESES E DISSERTAÇÕES CELEBRA 18 ANOS EM 2020 -- 10 DE DEZEMBRO, ÀS 14H30 – EVENTO ONLINE DEMONSTRARÁ RECURSOS DA PLATAFORMA ADAPTABRASIL
2021_04_12_boletim_diario_mcti.pdf.jpgBoletim Diário MCTI de 12 de Abril de 2021-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2021-04-12ARTIGOS: MINISTRO MARCOS PONTES CELEBRA 60 ANOS DO VOO DE YURI GAGARIN, 1o HOMEM A IR AO ESPAÇO -- PROGRAMA NACIONAL DE ATIVIDADES ESPACIAIS REALIZA WORKSHOP COM DECISÕES IMPORTANTES -- ESTRATÉGIA BRASILEIRA DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL É PUBLICADA NO DOU -- CÂMARA AGRO 4.0 APROVA PLANO DE AÇÃO PARA O PERÍODO 2021-2024 -- MCTI PARTICIPA DO LANÇAMENTO DE COLETÂNEAS SOBRE EMISSÃO E REMOÇÃO DE GASES DE EFEITO ESTUFA NA AGROPECUÁRIA -- ESCOLA SUPERIOR DE REDES, DA RNP/MCTI, COMEMORA 15 ANOS DE ATUAÇÃO -- EXPERIÊNCIAS MUNICIPAIS PARA REDUÇÃO DO RISCO DE DESASTRES SÃO APRESENTADAS NA SÉRIE DE DEBATES DO CEMADEN/MCTI
2021_04_14_boletim_diario_mcti.pdf.jpgBoletim Diário MCTI de 14 de Abril de 2021-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2021-04-14ARTIGOS: PESQUISA FINANCIADA PELO MCTI DESCOBRE QUE COVID-19 PODE CAUSAR SÉRIAS LESÕES NOS OLHOS -- EX-JOGADOR CAFU FAZ VISITA AO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÕES -- AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA REALIZA 1o WORKSHOP DE SEGURANÇA DE FOGUETES -- FINEP/MCTI FINANCIA PROJETO QUE PREVÊ REDUÇÃO DA DEPENDÊNCIA DE FERTILIZANTES IMPORTADOS -- INSTITUTO NACIONAL DO SEMIÁRIDO COMPLETA 17 ANOS NESTA QUARTA-FEIRA (14) -- EMBRAPII/MCTI E FIESP INCENTIVAM PROJETOS INOVADORES DE STARTUPS -- PESQUISA APOIADA PELO CNPq/MCTI ESTUDA MERCADO DE BOVINOS DE CORTE NO MERCOSUL -- MAPEAMENTO: EMISSÕES E REMOÇÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA SÃO ASSOCIADAS À TRAJETÓRIA DA DINÂMICA DE USO E COBERTURA DA TERRA -- PROJETO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL DE INCUBADORA DO LNCC/MCTI É APROVADO EM EDITAL -- CETEM E IBICT DIVULGAM RELATÓRIO DE “ESTUDO DAS CADEIAS PRODUTIVAS DE MATERIAIS CRÍTICOS”
2020_12_16_boletim_diario_mcti.pdf.jpgBoletim Diário MCTI de 16 de dezembro de 2020-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2020-12-16ARTIGOS: CORRIDA DE DRONES FAZ SUCESSO NA 17ª EDIÇÃO DA SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA -- PROJETO DO NANOSSATÉLITE SPORT ENTRA EM FASE FINAL DE TESTES -- INT/MCTI: PROJETO DE CAPA PARA PRÓTESE DE PERNA É PREMIADO NO BRASIL DESIGN AWARD 2020 -- PROJETO PILOTO DE SISTEMAS AGROFLORESTAIS MECANIZADOS É CONCLUÍDO COM CURSO E APRESENTAÇÃO DE EQUIPAMENTO INOVADOR -- FINANCIAMENTO APOIA FAO E INSTITUTO MAMIRAUÁ/MCTI EM PROJETO DE FORTALECIMENTO DO MANEJO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS NATURAIS NA REGIÃO AMAZÔNICA -- TORRE ATTO COMPLETA 5 ANOS E PERMITE MEDIR INTERAÇÕES FLORESTA-ATMOSFERA NA AMAZÔNIA -- ESTUDOS ANALISAM GASES NA ATMOSFERA DA AMAZÔNIA PARA ENTENDER OS EFEITOS DO USO E COBERTURA DO SOLO NA REGIÃO -- 25 ANOS DA INTERNET COMERCIAL NO BRASIL: O QUE MUDOU AO LONGO DOS ANOS? -- INSA/MCTI REALIZA DISTRIBUIÇÃO DA PALMA NO MUNICÍPIO DE SÃO FERNANDO (RN) -- 16 DE DEZEMBRO, 14H – PLANOS TECNOLÓGICOS PARA GERAÇÃO RENOVÁVEL DE ENERGIA A PARTIR DE PAINÉIS FOTOVOLTAICOS E RESÍDUOS AGRÍCOLAS E AGROINDUSTRIAIS ENCERRAM CICLO DE WEBINÁRIOS
2022_11_16_mcti_boletim_diario.pdf.jpgBoletim Diário MCTI de 16 de novembro de 2022-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2022-11-16Artigos: INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA/MCTI CELEBRA CENTENÁRIO DE CONQUISTAS CIENTÍFICAS E PIONEIRISMO -- NA COP27, MCTI APRESENTA SISTEMA PARA RELATOS DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA DE EMPRESAS -- FORTE DE COPACABANA, NO RIO DE JANEIRO (RJ), RECEBE EXPOSIÇÃO SOBRE OS 200 ANOS DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA
2021_08_23_boletim_diario_mcti.pdf.jpgBoletim Diário MCTI de 23 de Agosto de 2021-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Consultoria Jurídica (CONJUR)2021-08-23ARTIGOS: MCTI E SAÚDE TROCAM INFORMAÇÕES DE ESTUDOS E PESQUISAS PARA O COMBATE À PANDEMIA -- GAROTO INDÍGENA PARTICIPA DO PROGRAMA CAÇA ASTEROIDES MCTI -- RNP, CNPq E IBICT/MCTI DIVULGAM RESULTADO DO EDITAL PARA INCUBAÇÃO DE REPOSITÓRIOS DE DADOS DE PESQUISA -- POUPINHA, ROBÔ DE BATE-PAPO FINANCIADO PELA FINEP/MCTI, VIRA CASO DE SUCESSO -- PUBLICAÇÃO INTERNACIONAL DIVULGA TRABALHO DE PESQUISADOR DO CBPF/MCTI -- PROFESSOR ARTUR ZIVIANI RECEBE PREMIAÇÃO IN MEMORIAN -- MCTI DISPONIBILIZA RESULTADOS DETALHADOS DO QUARTO INVENTÁRIO NACIONAL DE EMISSÕES E REMOÇÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA -- PRESIDENTE DA AEB/MCTI FALA SOBRE OS 60 ANOS DO INPE/MCTI -- OPORTUNIDADE DE BOLSA TT-5 FAPESP: BIOINFORMÁTICA E BIOLOGIA COMPUTACIONAL -- 23 A 27 DE AGOSTO – XXIX SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO MUSEU GOELDI TRAZ O TEMA CIÊNCIA E PANDEMIA
2020_10_28_boletim_diario_mcti.pdf.jpgBoletim Diário MCTI de 28 de outubro de 2020-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2020-10-28ARTIGOS: NA ABERTURA DA FUTURECOM, MINISTRO DESTACA APOIO DO MCTI À INOVAÇÃO NO GOVERNO, EMPRESAS E ORGANIZAÇÕES -- MINISTÉRIO VAI USAR CIÊNCIA DE DADOS E IA EM PORTFÓLIO DE PRODUTOS FINANCEIROS -- BRASIL INCORPORA GUIA METODOLÓGICO QUE CONFERE MAIS PRECISÃO AOS CÁLCULOS DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA -- 1º WORKSHOP VIRTUAL DO SISTEMA NACIONAL DE LABORATÓRIOS EM NANOTECNOLOGIAS (SISNANO) -- INSA/MCTI: A “VOZ” DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO -- FALTA ATENÇÃO ESPECIAL À EXPERTISE VOCACIONAL DA POPULAÇÃO DO SEMIÁRIDO, AFIRMA DIRETORA DO INSA/MCT -- INVENÇÃO DO ON/MCTI NA ÁREA DE ASTRONOMIA OBTÉM PATENTE -- PROJETO INTERNACIONAL BUSCA JOVENS EMBAIXADORES BRASILEIROS -- A AMAZON DA CIÊNCIA: PESQUISADORAS CRIAM PLATAFORMA QUE AGILIZA A COMPRA DE PRODUTOS LABORATORIAIS NO BRASIL
2021_07_30_boletim_diario_mcti.pdf.jpgBoletim Diário MCTI de 30 de Julho de 2021-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2021-07-30ARTIGOS: MCTI CELEBRA ACORDO DE COOPERAÇÃO COM CREA-SP -- WORKSHOP OFERECE APRIMORAMENTO PARA COMUNICAÇÃO DO CITINOVA -- MCTI PROMOVE DIÁLOGOS SOBRE INVENTÁRIOS DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA COM ENTIDADES ESTADUAIS DE MEIO AMBIENTE -- COTA DE ISENÇÃO DE IMPORTAÇÃO É AMPLIADA E CHEGA A US$ 193 MILHÕES -- MCTI E TRIBUNAL DE CONTAS DO PARANÁ DISCUTEM FISCALIZAÇÃO DE OBRAS COM IMAGENS DE SATÉLITES -- SEFIP PROMOVE OFICINAS COM SERVIDORES DO MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI/MCTI -- 30 DE JULHO, ÀS 9H30 – PROGRAMA “CIÊNCIA É TUDO” – TEMA GRAFENO
Brazil's initial national communication to the United Nations framework convention on climate change-Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)2004Trabalho dividido em três partes. A primeira apresenta um panorama geral das circunstãncias nacionais e complexidades desse país, bem como suas prioridades de desenvolvimento. A segunda fornece os dados consolidados do primeiro inventário brasileiro de gases de efeito estufa, referente ao período de 1990 a 1994, resultado da consolidação de 15 relatórios setoriais relativos aos setores energético, industrial, florestal, agropecuário e de tratamento de resíduos e informações adicionais de diversas instituições participantes. Finalmente, a terceira parte descreve as providências previstas ou já realizadas no Brasil, que contribuem, direta ou indiretamente, para a consecução dos objetivos da Convenção.
2015_cimg_comissao_internacional_mudanca_global_clima_relatorio_atividades.pdf.jpgComissão Interministerial de Mudança Global do Clima- CIMGC: relatório de atividades 2015-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC)2015Entre os mecanismos de mercado estabelecidos pelo Protocolo de Quioto, destaca- se o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Por princípio, projetos de MDL devem ser voluntários, contribuir de maneira real, mensurável e no longo prazo com a mitigação das mudanças climáticas, produzir reduções de emissões adicionais às que ocorreriam na ausência do mecanismo e contribuir para o desenvolvimento sustentável do país anfitrião.
Comunicação nacional inicial do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre mudança do Clima-Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)2004-11A apresentação da Comunicação Nacional do Brasil é um passo institucional decisivo do governo Luiz Inácio Lula da Silva para honrar o compromisso do País na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Além de manter o espírito do País em ser um participante ativo nas questões relativas ao tema, o texto contribui para o melhor entendimento do problema global e do avanço da ciência na mudança do clima. A priori, deve-se ressaltar que, de acordo com o princípio das responsabilidades comuns mas diferenciadas entre as nações e suas respectivas capacidades, a iniciativa no combate à mudança do clima e seus efeitos adversos deve partir dos países desenvolvidos, considerando suas emissões históricas. Os países em desenvolvimento não têm compromissos de redução ou de limitação de suas emissões antrópicas de gases de efeito estufa, conforme estabelecido na Convenção e confirmado no Protocolo de Quioto. As prioridades desses países se referem ao atendimento de necessidades urgentes, nas áreas social e econômica, tais como a erradicação da pobreza, a melhoria das condições de saúde e educação, o combate à fome, a garantia de condições dignas de moradia, entre outras. Nesse sentido, os países em desenvolvimento, como o Brasil, confrontam-se com padrões do século 21, antes mesmo de haverem superado os problemas do século 19.
Comunicação nacional inicial do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre o clima-Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima (Brasil)2004A apresentação da Comunicação Nacional do Brasil é um passo institucional decisivo do governo Luiz Inácio Lula da Silva para honrar o compromisso do País na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Além de manter o espírito do País em ser um participante ativo nas questões relativas ao tema, o texto contribui para o melhor entendimento do problema global e do avanço da ciência na mudança do clima. A priori, deve-se ressaltar que, de acordo com o princípio das responsabilidades comuns mas diferenciadas entre as nações e suas respectivas capacidades, a iniciativa no combate à mudança do clima e a seus efeitos adversos deve partir dos países desenvolvidos, considerando suas emissões históricas. Os países em desenvolvimento não têm compromisso de redução ou de limitação de suas emissões antrópicas de gases de efeito estufa, conforme estabelecido na Convenção e confirmando no Protocolo de Quioto. As prioridades desses países se referem ao atendimento de necessidades urgentes, nas áreas sociais e econômicas, tais como a erradicação da pobreza, a melhoria das condições de saúde e educação, o combate à fome, a garantia de condições dignas de moradia, entre outras. Nesse sentido, os países em desenvolvimento, como o Brasil, confrontam-se com padrões do século 21, antes mesmo de haverem superado os problemas do século 19. O Brasil foi o primeiro país a assinar a Convenção sobre Mudança do Clima, resultado da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizado no Rio de Janeiro, em junho 1992, a qual foi ratificada pelo Congresso Nacional em 1994. A apresentação deste documento à Convenção, bem como a ratificação do Protocolo de Quioto pelo Brasil e a aprovação dos primeiros projetos brasileiros no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, confirmam o compromisso do país em reforçar o papel das instituições multilaterais. Essas ações são o marco institucional adequado para a solução de problemas de natureza global que afetarão todos os países. Esse ato simboliza a importância que o Brasil atribui à busca de um meio ambiente sadio, tanto localmente quanto globalmente, e se tornou tônica da importância que o País passou a exercer nas negociações internacionais sobre mudança do clima. O governo brasileiro sempre esteve consciente de que este é um problema preocupante para humanidade e que pode vir a ser determinante para a sobrevivência da espécie humana a longo prazo. Para que o Brasil atendesse seus compromissos nesse campo, coube ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) a coordenação dos trabalhos para a elaboração por meio de parcerias. Envolveu mais de uma centena de instituições e mais de 700 especialistas com reconhecida capacidade em cada área específica dos mais diversos setores energético, industrial, florestal, agropecuário, de tratamento de resíduo, entre outros. As atividades foram desenvolvidas de maneira descentralizada, com coleta de dados que, em muitos casos, ou não estavam disponíveis na literatura científica nacional ou eram restritos a empresas nacionais.
Diretrizes de financiamento para as tecnologias e planos ação tecnológica do projeto TNA_BRAZIL-Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)2021O projeto “Avaliação das Necessidades Tecnológicas para Implementação de Planos de Ação Climática no Brasil (TNA_BRAZIL)” tem por objetivo reforçar a capacidade técnica do governo brasileiro, por meio do desenvolvimento de uma avaliação abrangente das necessidades tecnológicas para implementação de planos de ação climática no país, com vistas a fornecer subsídios às tomadas de decisão referentes ao cumprimento das metas de mitigação de emissões gases de efeito estufa (GEEs), levando em consideração a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil e a Estratégia Brasil para o Fundo Verde do Clima (GCF, do inglês Green Climate Fund) (BRASIL, 2021a). Para elaboração de Planos de Ação Tecnológica (PATs), foram priorizados os seguintes pacotes de tecnologias: energia solar fotovoltaica flutuante; veículos híbridos flex; veículos elétricos a pilha a combustível a etanol; aproveitamento de resíduos agrícolas e agroindustriais; fogões solares fotovoltaicos com indução; materiais inovadores para cimento; indústria 4.0; agricultura de precisão (AP); melhoramento genético animal (MGA) na pecuária bovina de corte; silvicultura e melhoramento genético de espécies nativas; silvicultura com plantios mistos para restauração; e monitoramento por satélite (BRASIL, 2021b; 2021c).
Efeito estufa e a convenção sobre mudança do clima--1999O objetivo desse documento é oferecer ao leitor informações básicas a respeito dos chamados gases causadores de efeito estufa e a sua relação com a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que foi negociada e assinada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em 1992. Constitui-se de relato sobre possíveis impactos dos gases de efeito estufa no sistema global, com ênfase no dióxido de carbono, em razão de se tratar de um gás cujas emissões vêm ocorrendo em volume significativo e seu tempo de permanência na atmosfera estender-se por pelo menos 10 décadas. Apresenta ainda breve evolução histórica das reuniões oficiais, respectivas decisões, resultados e compromissos assumidos pelas nações que fazem parte da Convenção. Vale destacar entre eles o Protocolo de Quioto, que, a partir de uma proposta brasileira, estabeleceu o mecanismo de fluxo de recursos e transferência de tecnologias entre nações signatárias. Ao final encontra-se um glossário com algumas definições e terminologias utilizadas após a constituição da Convenção.
Emissões de dióxido de carbono no setor uso da terra, mudança do uso da terra e florestasScolastrici, Adriana dos S. S.; Lima, Adriana Pereira de; Naokazu, Aline Yukari; Scheide, Andrea Daleffi; Pereira, Célia Regina Pandolphi; Miranda, Charlles Jefferson de; Bogossian, Cláudio Henrique; Santos, Clotilde Pinheiro Ferri dos; Oliveira, Dayane de Carvalho; Profeta, Ederson Rodrigues; Sgobbi Neto, Elpídio; Abreu, Eric Silva; Lara, Fernanda Cristina Baruel; Lopes, Filipe Leme; Aragão, Flávia Cristina; Ribeiro, Gabriela; Valles, Giane Fátima; Turci, Glauco; Souza, Jacqueline de Oliveira; Souza, José Carlos Gomes de; Hanada, Lidia Harue; Sestini, Marcelo Francisco Sestini; Siqueira, Marcelo Rodolfo; Santos, Márcia Cristina Passos Fonseca e; Bertoldo, Mathilde; Trancho, Maurício Braga; Mancilha, Patrícia dos Santos; Domingos, Paulina Hoffmam; Alves, Paulo César Ferreira; Ferreira, Priscila Teixeira; Cruz, Rafael Fonseca da; Fávaro, Rafael Notarangeli; Dias, Roberto Wilson Oliveira; Todorow, Rodnei Cassiano; Saraiva, Rubens Lopes; Dousseau, Sérgio Lopes; Souza, Sheila da Silva; Alves, Sônia Beatriz Machado; Santos, Taiana Nunes dos; Segantine, Tassiana Yeda Faria; Massao Matsumoto, Tiago; Freitas, Ubirajara Moura de; Cruz, Vagner; Ribeiro, Vanildes Oliveira; Chiste, Paula de Melo; Pettinati, Mário Rocco PettinatiBrasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)2010Neste relatório são apresentadas as estimativas das emissões antrópicas por fontes e remoções por sumidouros de dióxido de carbono (CO2) associadas ao uso da terra, mudança de uso da terra e florestas e a estimativa da emissão média antrópica líquida anual do Brasil, para o período 1994 a 2002, para este setor. O relatório é produto de contrato estabelecido entre a Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (FUNCATE) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD); e de convênio firmado entre a FUNCATE e o Ministério da Ciência e Tecnologia. A estimativa da emissão média antrópica líquida é base para a elaboração do Inventário Nacional de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa Não Controlados pelo Protocolo de Montreal, parte integrante da Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.
Emissões de gases de efeito estufa na queima de resíduos agrícolasLima, Magda Aparecida de; Ligo, Marcos Antônio Vieira; Pessoa, Maria Conceição Peres Young; Neves, Marcos Corrêa; Carvalho, Elton César de-2010-
Emissões de gases de efeito estufa na queima de resíduos agrícolas : relatório de referênciaLima, Magda Aparecida de; Ligo, Marcos Antonio Vieira; Cabral, Osvaldo Machado RodriguesBrasil. Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)2006A questão do aquecimento global, difícil de ser compreendida por sua complexidade científica e a existência de poucos especialistas neste tema no Brasil, geralmente envolvidos com projetos considerados mais prioritários, tornam a elaboração do inventário brasileiro de emissões de gases de efeito estufa um esforço complexo e pioneiro. Há, além dessas dificuldades, a falta de material disponível em português sobre o assunto, a falta de conhecimento sobre as obrigações brasileiras no âmbito da Convenção, a falta de recursos para estudos mais abrangentes e dúvidas sobre os benefícios que adviriam para as instituições envolvidas nesse processo. Outra dificuldade encontrada é o fato de a mudança do clima não ser um tema prioritário nos países em desenvolvimento, cujas prioridades referem-se ao atendimento de necessidades urgentes, nas áreas social e econômica, tais como a erradicação da pobreza, a melhoria das condições de saúde, o combate à fome, a garantia de condições dignas de moradia, entre outras. Neste sentido, os países em desenvolvimento, como o Brasil, confrontam-se com padrões do século 21, antes mesmo de haverem superado os problemas do século 19. O Brasil, entretanto, é um país em desenvolvimento que possui uma economia muito complexa e dinâmica. É o quinto país mais populoso e de maior extensão do mundo, oitava economia mundial, grande produtor agrícola e um dos maiores produtores mundiais de vários produtos manufaturados, incluindo cimento, alumínio, produtos químicos, insumos petroquímicos e petróleo. Em comparação com os países desenvolvidos, o Brasil não é um grande emissor no setor energético. Isso se deve ao fato de ser o Brasil um país tropical, com invernos moderados e por mais de 60% de sua matriz energética ser suprida por fontes renováveis. Mais de 95% da eletricidade brasileira é gerada por usinas hidrelétricas e há uma ampla utilização de biomassa (utilização de álcool nos veículos, uso do bagaço da canade açúcar para a geração de vapor, uso de carvão vegetal na indústria siderúrgica, etc). Além disso, programas de conservação de energia têm buscado, desde meados da década de 80, melhorar ainda mais a produção de energia e os padrões de consumo no Brasil. Para que o Brasil cumprisse as obrigações assumidas no âmbito da Convenção, foi estabelecido um quadro institucional na forma de um Programa, sob a coordenação do Ministério da Ciência e Tecnologia, com recursos financeiros aportados pelo PNUD/GEF e apoio adicional do governo norte-americano. Buscou-se, durante a elaboração do inventário, por sua abrangência e especificidade, envolver diversos setores geradores de informação e a participação de especialistas de diversos ministérios, instituições federais, estaduais, associações de classe da indústria, empresas públicas e privadas, organizações não-governamentais, universidades e centros de pesquisas. Por sua própria origem, a metodologia do IPCC adotada pela Convenção tem, como referência, pesquisas realizadas e metodologias elaboradas por especialistas de países desenvolvidos, onde as emissões provenientes da queima de combustíveis fósseis representam a maior parte das emissões. Em conseqüência, setores importantes para os países em desenvolvimento, como a agricultura e a mudança no uso da terra e florestas, não são tratados com a profundidade necessária. Portanto, os fatores de emissão default ou até mesmo a própria metodologia devem ser analisados com devida cautela, uma vez que não refletem, necessariamente, as realidades nacionais. Em muitos casos, não há pesquisa no Brasil que permita avaliar os valores apresentados ou a própria metodologia proposta. Onde existem pesquisas foram encontrados, em alguns casos, valores significativamente discrepantes. A avaliação de emissões decorrentes do uso intensivo de biomassa no Brasil também não encontra apoio na metodologia, muito embora tais emissões, dado o caráter renovável da biomassa, não sejam contabilizadas nos totais nacionais. A aplicação da metodologia do IPCC pelos países em desenvolvimento impõe a esses países um ajuste a um sistema para cuja elaboração pouco contribuíram. De qualquer modo, durante sua aplicação, não abdicamos do dever de exercer alguma influência, ainda que modesta, por exemplo, em relação à mudança de uso da terra e florestas. Deve-se levar em conta que o Brasil é um dos países que têm melhores e mais abrangentes sistemas de monitoramento permanente deste setor. Estudos pioneiros foram realizados em relação às emissões de gases de efeito estufa pela conversão de florestas em terras para uso agrícola, pelos reservatórios de hidrelétricas e por queimadas prescritas do cerrado. Cuidado deve ser tomado, também, ao se comparar os resultados totais de emissões por tipo de gás de efeito estufa. Diferenças metodológicas com outros inventários internacionais de emissões de gases de efeito estufa, em especial com alguns países desenvolvidos que não relatam adequadamente suas emissões, como, por exemplo, no caso de mudanças no uso da terra e florestas, impedem a simples comparação dos resultados. No Brasil, a busca e coleta de informação não são adequadas por causa do custo de obtenção e armazenamento de dados e há pouca preocupação institucional com a organização ou fornecimento de informação, principalmente em nível local. Há, ainda, carência de legislação que obrigue as empresas a fornecer informações, em especial no que diz respeito às emissões de gases de efeito estufa. Por outro lado, muitas vezes, medições não se justificam para o inventário de emissões de gases de efeito estufa por si só, devido ao custo relativamente alto da medição, quando comparado a qualquer melhoria da precisão da estimativa. Deve-se ter em conta que a elaboração de um inventário nacional é um empreendimento intensivo em recursos. Há que se estabelecer prioridades para realizar estudos e pesquisas de emissões nos setores e gases de efeito estufa principais, uma vez que a metodologia das estimativas e a qualidade dos dados podem melhorar com o tempo. Em virtude deste fato, os relatórios setoriais baseiam-se, normalmente, em trabalhos previamente feitos por diversas instituições nacionais. Finalmente, é preciso lembrar que ao mesmo tempo que a avaliação das emissões anuais por cada um dos países é importante para o dimensionamento das emissões globais e para a compreensão da evolução futura do problema das mudanças climáticas, as emissões anuais de gases de efeito estufa não representam a responsabilidade de um país em causar o aquecimento global, visto que o aumento da temperatura é função da acumulação das emissões históricas dos países, que elevam as concentrações dos diversos gases de efeito estufa na atmosfera. Para cada diferente nível de concentração de cada gás de efeito estufa, há uma acumulação de energia na superfície da Terra ao longo dos anos. Como é mencionado na proposta brasileira apresentada durante as negociações do Protocolo de Quioto (documento FCCC/AGBM/1997/MISC.1/Add.3), a responsabilidade de um país só pode ser corretamente avaliada se forem consideradas todas as suas emissões históricas, o conseqüente acúmulo de gases na atmosfera e o aumento da temperatura média da superfície terrestre daí resultante. Portanto, os países desenvolvidos, que iniciaram suas emissões de gases de efeito estufa a partir da Revolução Industrial, têm maior responsabilidade por causar o efeito estufa atualmente e continuarão a ser os principais responsáveis pelo aquecimento global por mais um século.
Emissões de gases de efeito estufa no transporte aéreoRovere, Emilio Lèbre La; Dubeux, Carolina Burle Schmidt; Filizola, Alexandre Rodrigues; Silva, Bruno Arantes Caldeira da; Villa, Cristiano Viana Serra; Armborst, TalitaBrasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)2015-